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| Vianden - qua 29/jul/26 * 12,61 km * (70 fotos) | Mais fotos: | Álbum | Slide show | Vídeos |
Depois de uma café da manhã apenas medíocre e do cochilo à espera do aquecimento do ar externo, decidi pegar um ônibus para o retorno a Vianden e completar a visita do castelo que havia sido suspensa por falta de tempo. Perdi o transporte das 10:30 h e resolvi ir a pé até a cidade vizinha para evitar a espera de uma hora pelo seguinte. A caminhada de 30 minutos ajudaria a apressar o relógio. Fiquei com medo de perder mais uma ligação e achei mais prudente parar no meio do caminho. Os panoramas de que desfrutei na subida do morro pelo asfalto, no entanto, foram espetaculares. O castelo com suas paredes caiadas, a Igreja de São Cosme e Damião de pedras escuras e a torre da Abadia ao fundo, surgindo do meio da
floresta, compõem uma paisagem encantadora. De perto as construções já são imponentes individualmente, do alto porém, o conjunto impressiona. O veículo era menor e estava mais cheio. Escolhi um assento vago na janela do fundão para apreciar a vista e lamentar não ter oportunidade de fazer uma caminhada pelo vale do Rio Our, nas proximidades de Vianden. Fiquei com vontade de entrar no Museu Victor Hugo, mas achei melhor ir antes para a atração principal. Só fiz uma ligeira parada na Igreja dos Trinitários, do séc XIII, para observar o altar barroco, um cavaleiro esculpido num painel de pedra e a tumba da condessa Maria Spanheim. Iniciei a curta subida até a bilheteria do castelo, onde recebi um folheto com o
mapa da visita. A numeração das salas ajudava para seguir as exibições, passando pela sala de armas, as cozinhas, os grandes salões para recepção e refeições, os pátios e os sistemas de defesa. Durante os meses de verão acontece o festival com apresentações de falcoaria, simulação de lutas entre cavaleiros e teatro de bonecos. No museu Victor Hugo apenas visitei a livraria na entrada, mas não peguei nada. Dei uma volta na esplanada do Rio Our antes de voltar para a rodoviária. Parei alguns quilômetros antes para entrar num grande supermercado e retornei para o alojamento observando o belo espetáculo panorâmico no último dia em Luxemburgo. No meio da estrada recusei uma carona que foi simpáticamente oferecida.