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| Aalst - sáb 29/ago/26 * 5,39 km * (22 fotos) | Mais fotos: | Álbum | Slide show | Vídeos |
Depois da refeição dispensável e de um breve cochilo, saí às 10:00 h atrás da nova obsessão. Fiquei sabendo de uma tradução realizada no dialeto da cidade vizinha e resolvi ver se encontrava alguma coisa lá. O país é todo dividido em falares regionais e em alguns deles um indivíduo ou entidade resolve gravar as palavras de Saint-Exupéry antes que a língua local se perca. Contudo, as edições são extremamente raras, por terem sido impressos apenas menos de 1000 exemplares e h
á algum tempo. Não foi diferente na cidade de Aalst, para onde o trem me levou em meia hora. Os livreiros nem sabiam da existência da versão e se espantavam quando eu dizia que ela fora realizada. Como em Liège, Namur e Gent, também em Aalst tudo o que foi possível encontrar, quando o vendedor era interessado, era algum pedaço de informação sobre o autor ou casa editora. Daqui saí com um número de telefone da região, para o qual não pretendia ligar. Em outras situações, no
entanto, descobri um endereço de e-mail que já recebeu minha declaração de interesse. Aalst também é uma cidade de origem medieval, com a Praça do Mercado, a Prefeitura e o Campanário. O centro estava lotado com a feira livre que acontecia. O clima tem escolhido o horário mais inconveniente para se manifestar negativamente. Costuma ser no começo da tarde, estragando o resto do dia. Cheguei em Gent com o inicio da chuva e fui direto para o hotel que, pelo menos, é próximo.