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| Gustavia, St. Bart - ter 28/fev/17 (71 fotos) | Mais fotos: | Álbum | Slide show | Vídeos |
A intenção do passeio de hoje era conhecer a região da capital e aproveitei a oportunidade para confirmar o tempo da caminhada, que deveria ser repetida amanhã para a volta de barco a Sint Maarten. Já havia passado no aeroporto dois dias atrás e reparado na faixa estendida na entrada convidando para a festa carnavalesca e programei a visita para coincidir com o espetáculo. Seguindo a rota costeira, que o mapa eletrônico não gosta de indica
r para pedestres, cheguei em Gustavia em pouco mais de uma hora, às 9:00 h, mesmo andando em passo lento para simular o carregamento de bagagem. A única coisa que poderia atrapalhar os planos seria uma eventual chuva mas, ainda assim, teria bastante tempo de manobra. Logo que entrei na cidade passei pela construção que abriga a imigração, de onde saem as barcas, para reconfirmar o horário e observar que, da mesma forma que no dia da chegad
a, já havia bastante gente aguardando a partida em 90 minutos. A segunda atividade seria visitar a loja de presentes indicada por um comerciante de uma farmácia perto do aeroporto, onde estive a procura de pins. Ele veio com uma conversa estranha de que se recordava de eu ser colecionador dessas lembranças e de ter passado no seu estabelecimento há alguns anos. Obviamente, um caso de delírio senil. Comprei dois broches a preços de St. Bart
. Andei um pouco pela marina e sentei num banco de madeira para apreciar os iates enormes, mais próximos de navios pequenos do que de embarcações de passeio. Gustavia foi fundada no final do século XVIII pelos suecos que colonizaram a ilha por quase cem anos. Em 1878 ela foi repassada aos franceses e, até hoje, é parte do território gaulês. Os suecos edificaram três fortalezas para defender a posse contra os corsários e o Forte Carl foi o
que escolhi para visitar. Os outros dois ficam de cada um dos lados da entrada do porto. Não resta quase nada da antiga construção além do morro em que ela foi erigida. O local contém atualmente apenas uma trilha com identificação das espécies botânicas da floresta tropical seca e alguns painéis dedicados à história e à fauna locais. O mirante oferece uma bela vista de região portuária. Desci a pequena colina para conhecer a vizinha Praia
das Conchas onde fiquei por três horas até o horário marcado para o início do desfile carnavalesco. As pessoas se fantasiavam com muita criatividade e aguardavam a passagem dos carros alegóricos seguidos por pequenos blocos embalados por som eletrônico, bem diferente da folia brasileira. Apesar de bem menos lotada e festiva, a comemoração caribenha serviu de alegre despedida. Quando estava fazendo as transmissões dos arquivos no começo da
noite surgiu um problema inesperado. Ainda não sei o que aconteceu. O programa que eu uso para contar o número de fotos de cada diário parou de funcionar e enquanto não entender o caso os textos vão ficar sem imagem. Para analisar a situação vou precisar de acesso confiável à internet e aqui isso não existe. Espero que a nova hospedagem em que estarei a partir de amanhã possua ligação boa com a rede para que eu possa tentar resolver a falha.