| 26/jun/26 | Calendário | 28/jun/26 |
| Roma - sáb 27/jun/26 * 21,1 km * (58 fotos) | Mais fotos: | Álbum | Slide show | Vídeos |
Com dificuldade, consegui levantar às 8:00 h e descer para o café. Tentei montar um roteiro de visita, porém Roma não se presta a itinerários fixos. As possibilidades eram andar para o lado da Via Ápia ou do Vaticano. Comecei pelo primeiro e entrei no Parque de Trajano, com restos das ter
mas do início do séc. II, construídas sobre o Palácio de Nero, a Domus Aurea. Segui para a Basílica São Pedro Acorrentado, que guarda as relíquias de ferro que prenderam o santo em Jerusalém e Roma. É nela que está instalada a tumba monumental do Papa Júlio II, com um Moisés famoso, escul
pida por Michelangelo entre 1513 e 1542. A parada seguinte foi na nova atração da cidade. Após doze anos de escavação, a estação Colosseo da linha C do metrô foi aberta ao público no final de 2025. Um pequeno museu apresenta algumas peças encontradas durante as obras e mostra filmes da so
breposição da atualidade pela época histórica. Mudei de rota com um desvio pelo Forum Imperial, que também está em obras por causa da estação da Praça Venezia. O transito de veículos estava impedido, o que tornava o sufoco normal de pedestres bem menos intenso. Um local em que nunca havia
estado era o Grande Jardim do Palácio Venezia, pequeno porém agradável para uma curta visita. Caminhei na direção do Rio Tibre, passando primeiro pela praça Argentina e seus templos. Desci as escadas para andar um pouco ao longo do rio e da ilha Tiberina. Só deu para ir de uma ponte à ou
tra, porque o resto da marginal estava interditado para reparos. Voltei e atravessei pela ilha para o lado do Trastevere. Continuei andando até a entrada do Vaticano e repeti a tradição particular de circundar o pequeno país. Só que hoje andei no sentido horário, ao contrário das duas vez
es anteriores. Puseram uma nova construção para o Correio na Praça de São Pedro que parece atravancar o visual arquitetônico. Tem aparência de ser edificação temporária e talvez na próxima visita não esteja mais lá. Passei por algumas livrarias no retorno para o hotel e a coleção ganhou m
ais alguns exeplares. O que tinha visto no primeiro dia na Europa já havia sido comercializado e era o que mais me interessava, em latim. Para compensar com línguas exóticas, peguei os exemplares em russo, ucraniano e japonês, além de duas edições em romanesco, o dialeto falado na capital.