24/mai/26Calendário 26/mai/26


Budva - seg 25/mai/26 * 11,96 km * (60 fotos)Mais fotos:ÁlbumSlide showVídeos

Beco na cidade velha - BudvaDeixei o quarto às 10:00 h para caminhar para o lado contrário ao de ontem. Inicialmente entrei na cidade velha para dar uma volta mais completa. Acho que já havia visto tudo no primeiro dia. O centro é bem pequeno. Dois museus chamaram a atenção. O Arqueológico que, apesar da informação na porta, estava aberto na segunda-Cidade velha - Budvafeira. O outro era a Cidadela, que imagino seja um pouco mais histórico. Os dois são pagos e guardei as opções para o final da tarde. Peguei a rota ao longo da praia e entrei na passarela que contorna um penhasco em direção às duas praias Mogren. Um rochedo dentro da água serve de base para uma famosa escultura de bronze rPrática de Ioga - Budvaepresentando uma dançarina em posição de ioga. Da segunda praia saía uma trilha para o Forte Mogren, construído pelos austríacos em 1860 para servir de defesa da entrada da baía. Hoje só existem ruínas, porém as vistas são maravilhosas, dando noção da posição estratégica da localidade. O caminho rústico, passando por dentrPenhasco na Praia Mogren - Budvao de um bosque bastante arborizado e com muitos pássaros cantores, era composto por degraus de pedra ou madeira, além de rampas levemente inclinadas, levando à altitude de 130 metros até o estacionamento ao lado da rodovia. Após perambular pelo Forte voltei à estrada, onde havia uma calçada que entrava num curto túnel. SegPraia Mogren - Budvaui o caminho de pedestres por aproximadamente um quilômetro e meio junto com os carros e caminhões barulhentos. Começava aí uma trilha até a praia Jaz que descia o penhasco entre a vegetação e parecia meio inclinada demais. Passei reto tentando descer pela rota automobilística que, no entanto, fazia uma grande curva para oTrilha para o Forte - Budva interior antes de chegar ao nível do mar. Também desisti desse percurso e retornei em direção ao centro. Decidi pegar novamente a trilha para a praia Mogren, que havia sudibo anteriormente, em vez de continuar pela estrada. De volta na cidade velha, resolvi entrar no Museu da Cidadela, que não aceitava cartão. Achei o ingBiblioteca na Cidadela - Budvaresso meio caro para ver a biblioteca, com várias livros, manuscritos, mapas e bandeiras, alem de andar pelos 100 metros de muralha e ver a sala com 15 modelos de barcos e as ruínas da Igreja de Santa Maria. Continuei para o Museu Arqueológico, que também só aceitava dinheiro. Os quatro andares exibiam artefatos divididos Vinhas na Cidadela - Budvaentre as épocas helenística e romana, apresentando peças de cerâmica, metais e vidro extraídos das necrópoles de cada período. Um belo mosaico em cinza e branco adornava a primeira sala. Mobiliário do séc. XIX também fazia parte da pequena coleção. Retornei para o quarto um pouco mais cedo para preparar a viagem de amanhã.