24/jul/26Calendário 26/jul/26


Müllerthal / Echternach - sáb 25/jul/26 * 20,28 km * (32 fotos)Mais fotos:ÁlbumSlide showVídeos

Travessia pelas pedras - MüllerthalHoje não deu para acordar cedo. Só comecei a me mexer às 9:30 h, surpreso de não ficar com vontade de continuar no quarto. O sol maravilhoso do lado de fora permitiu que eu deixasse o casaco no cabide e saí para pegar o ônibus até uma abadia famosa. Cheguei no ponto 4 minutos antes de ele passar. Só que não passou. Fui ler as explicações com atenção e ficou claro que, por causa das obras, ele não faria aquela parada, indicadando outras. Teria que atravessar o rio e esperar uma hora pelo serviço seguinte. Mudei de destino e caminhei até o ponto adequado para o novo passeio. Havia planejado fazer essa visita amanhã e estava na dúvida se devia manter o planejamento original. No meio tempo, o motorista passou e ficCachoeira - Müllerthalou decidido, com ar-condicionado gelado e tudo. Mudei para o lado do sol, mas não ajudou muito. O percurso durou 45 minutos, a partir de onde caminhei dois quilômetros até a entrada do parque Müllerthal, uma reserva com muitas trilhas e água. Estava totalmente indeciso sobre o que fazer. As trilhas pelo meio do mato, por mais bonitas que fossem, não iriam me deixar aproveitar o magnífico sol, o que só acontece andando pelas estradas a céu aberto. Acabei decidindo caminhar até Echternach, a cidade mais antiga do Luxemburgo, que era o plano original do início do dia. Mudei de ideia um monte de vezes e resolvi ficar no parque e aproveitar a natureza local. Dentre as inúmeras trilhas, escolhi a que leva a uma cachoPalácio da polícia - Echternacheira próxima. Não deve ser das mais difíceis porque estava lotada com gente de todas as idades. O trecho inicial quase me fez desistir por causa da travessia sobre pedras do Rio Negro. Acho que chinelo não é o melhor calçado para fazer essa atividade. Foi a parte mais complicada, fora os lamaçais, e decidi voltar pela estrada que acompanha o outro lado do rio. Uma trilha curta foi o suficiente e, mudando de ideia mais uma vez, decidi pela longa caminhada até a cidade da abadia. Após duas horas e meia andando por trilhas sob as árvores, estradas vazias ensolaradas, margens de riachos e uma autoestrada em obras, cheguei ao centro percebendo que havia muita coisa para ver e seria necessária uma visita específica.