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| Kotor / Budva - sáb 23/mai/26 * 14,98 km * (77 fotos) | Mais fotos: | Álbum | Slide show | Vídeos |
Dia de mudar de base. A viagem rodoviária para Budva deveria durar menos de uma hora e saí do quarto às 9:00 h para caminhar os dois quilômetros até o terminal. Parei antes no Museu Marítimo para adquirir o encarte
histórico sobre a fortaleza. Meu transporte estava para partir, mas ainda nem havia chegado. Havia perguntado para o motorista se ele ia para o meu destino. E dessa vez tive que desembolsar € 1,00 para colocar a m
ochilona no porão. Quando apresentei a passagem, ele falou que o veículo era o vizinho e devolveu o dinheiro. Precisei transferir a mala para o outro bagageiro e usar a mesma moeda no carro adequado. O atraso do ôn
ibus quase lotado foi de 20 minutos. O motorista desenvolvia velocidade reduzida, porém, mesmo assim, chegaria muito cedo. O que aumentou o tempo de deslocamente foi a obra de duplicação da estrada, que causava lon
ga fila única. Às 11:20 h o condutor entrou no estacionamento da estação rodoviária de Budva. Acho que a maior parte dos passageiros que desceram junto comigo fazia um bate e volta já que muitos saíram sem bagagem.
Na bilheteria pedi uma passagem para o destino seguinte e, diferentemente de Kotor, pude comprar com antecedência e com cartão de débito. Não custava garantir. Andei o quilômetro e meio até o hotel e entrei no end
ereço errado. Era propriedade particular e a dona me indicou para onde devia ir. Ainda era meio-dia mas a recepcionista russa Irina disse que meu quarto estava pronto e não teria que aguardar até o horário oficial
das 14:00 h. O apartamento era ótimo e o teste inicial da internet não reclamou das minhas exigências. Como ia passar três noites aqui, retirei os itens relevantes, especialmente os de higiene, e coloquei no banhei
ro. Apesar da preguiça que as atividades de instalação na nova acomodação causaram, tentei montar um roteiro para reconhecimento inicial e saí as 13:00 h. A primeira parada foi numa livraria, onde encontrei a tradu
ção de O Pequeno Príncipe usando alfabeto cirílico. Caminhei pelas ruas largas da cidade nova e entrei no Hotel Resort Praça Slovenska, uma espécie de bairro planejado com acesso liberado aos transeuntes. A rota me
levou a uma península com diversos hotéis que terminava numa ponta selvagem, com muita vegetação nativa e rochas entrando no mar. Era possível ver praias dos dois lados e a enorme ilha de São Nicolau na frente. Vo
ltei para a praia central e andei pelo calçadão ladeado de bares e clubes de praia até chegar nas muralhas do centro antigo. Conferi o exterior das igrejas de São João Batista e a da Santíssima Trindade. Na Cidadel
a estava tendo lugar uma recepção de casamento e nem tentei entrar. O labirinto de ruas estreitas e becos era tomado por lojas de lembranças e quiosques de comida. Antes de voltar para o hotel, entrei num supermerc
ado para preencher a pequena geladeira, barulhenta como a de Kotor. Como nos outros albergues, a velocidade da internet não era extraordinária e os arquivos pesados continuavam aguardando ocasião mais propícia.