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Gjirokastër - ter 23/jun/26 * 6,98 km * (55 fotos)Mais fotos:ÁlbumSlide showVídeos

Mesquita do Bazar - GjirokastërO café da manhã foi numa varanda externa coberta e, apesar de não poder escolher, estava muito variado, como o de ontem, com iogurte, croissant, omelete, frutas, pão, manteiga e geleia. Por outro lado, o cheiro de esgoto no banheiro quase impedia a entrada. Para não cair na armadilha do dia anterior, não deixei a preguiça tomar conta e, pouco após a refeição, saí para tentar conhecer a cidade otomana de Gjirokastër, a uma hora de Saranda. Fiz perguntas no ponto e a atendente do bar que vende passagens apontou a van que estava estacionada naTelhado tipico de pedra - Gjirokastër frente, falando que sairia às 10:30 h. O destino final era para o outro lado e teria de descer no meio do caminho. As informações não batiam com a pesquisa que havia feito pela internet e fui procurar o outro ponto. Lá estava parado um ônibus grande com o meu destino indicado no parabrisa. Outra pergunta mostrou que teria que comprar a passagem em uma bilheteria próxima. É tudo sempre confuso, sem muita organização ou indicação aparente. E cada um fala uma coisa. Existe mais uma atração naquela direção, porém não estava certo de querer conSubida do castelo - Gjirokastërhecer. Era uma espécie de lago, supostamente muito bonito. O embarque começou quinze minutos antes da partida das 10:00 h. O ônibus estava bem cheio e algumas pessoas faziam questão de sentar de acordo com a numeração no papel, por isso tive que mudar duas vezes de lugar. O percurso longo me fez decidir pela volta mais próxima. Teria a oportunidade de parar no parque em que fica o Olho Azul, porém a ligação seguinte me deixaria em Saranda apenas no final da tarde, muito corrido para descansar e arrumar a bagagem para a travessia de amanhã. Bilheteria - GjirokastërAcho que a única atração de Gjirokastër é o castelo, pelo menos foi só o que conheci. A visita foi corrida e meio esquisita. Depois de tentar comprar o ingresso de velho, vendido apenas para albaneses, passei a entrar nos corredores abobadados e de pé direito muito alto, mas todos conduziam a um final sem saída. A parte superior era composta por praças e pela Torre do Relógio. Não entrei nos dois museus por falta de tempo e interesse. Apesar das diversas placas informativas, fiquei sem saber direito a história da cidade, contudo não acreditEntrada do castelo - Gjirokastëro que fosse muito diferente das visitadas anteriormente. A localidade é conhecida como Cidade das Pedras, por causa das lajes usadas nos telhados, costume típico da arquitetura do lugar. Tive um pouco de dificuldade para encontrar o caminho para a rodoviária, mesmo usando o mapa eletrônico, devido ao brilho intenso do sol que atrapalhava a visão. Cheguei dez minutos antes e o veículo já estava de portas abertas, com alguns passageiros embarcados. Peguei o primeiro transporte de volta, que saiu às 13:45 h. Gjirokastër fica num amplo vale, coTorre do Relógio - Gjirokastërm grandes montanhas dos dois lados, o mais distante do litoral coroado com enormes nuvens cinzentas. De uma hora para outra o aplicativo do tempo começou a mostrar dias chuvosos pela frente, começando hoje. O condutor foi bastante cuidadoso na descida da serra, com curvas fechadas e tráfego de carros e caminhões nos dois sentidos da apertada pista. Cogitei dar uma volta de despedida pelo calçadão, porém voltei direto para o quarto. Apesar do desânimo do final da viagem, consegui realizar na última cidade da Albânia tudo o que havia planejado.