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| Namur - dom 23/ago/26 * 10,71 km * (60 fotos) | Mais fotos: | Álbum | Slide show | Vídeos |
Na primeira volta perto da estação de trem, Namur lembrou uma cidade pequena com problemas de cidade grande, com muitos pedintes e moradores de rua, flanelinhas, lojas fechadas e fachadas pichadas. Para contrabalançar, encontrei várias esculturas bem-humora
das espalhadas por todo o centro. Após entrar no terminal em obras para verificar as ligações e os preços, segui para a Catedral de Santo Albano, fechada para renovação e rodeada por uma grade de proteção. Na frente fica o edifício do Governo da Província e
logo abaixo os Museus de Artes Decorativas e o de Arqueologia, que dividem o prédio Les Bateliers. Duas outras igrejas se encontram na rua próxima. A de Saint Loup, ao lado do colégio dos jesuítas, de quem já foi o templo e a de São João Batista. A grande
Praça da Armas tem tem em um lado a Bolsa de Comércio e uma ruela tomada pelos nóias leva até a Torre do Relógio. Dali passei para o outro lado do Rio Sambre para subir as escadas para a Cidadela. A primeira plataforma é dominada pela Em Busca da Utopia, es
cultura de uma tartaruga gigante pilotada pelo próprio artista da obra, o belga Jan Fabre. Outra esplanada mais acima também oferece a mesma vista da confluência dos rios Sambre e Meuse, e tem a Torre Guetteur como marco. Continuando a subida surgem as defe
sas militares da fortificação. Após a guerra franco-alemã de 1870, com receio de invasão, a Bélgica iniciou a construção de um círculo de 40 quilômetros de diâmetro com fortalezas posicionadas em intervalos para proteger a importante via fluvial do Rio Meuse.