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| Butrint - seg 22/jun/26 * 5,9 km * (76 fotos) | Mais fotos: | Álbum | Slide show | Vídeos |
Percebi que ia ser um dia difícil logo que acordei às 7:30 h. Era hora de início do café da manhã, porém não estava com vontade de fazer nada. Fechei os olhos por meia hora e deu para levantar para a primeira refeição. Estava boa, contudo era sevida diretamente na mesa, sem escolha de bufê. Também consegui pagar as três diárias. Na vol
ta para o quarto, deitei novamente e só acordei às 11:30 porque a faxineira abriu a porta. Saí correndo para sentar num banco de concreto sob uma sombra na praça, olhando para o mar junto à saída dos passeios de barco. Estava desistindo das duas visitas grandes para fazar pela área, mas consegui a coragem para pegar o ônibus das 12:30
h para a zona arqueológica. Achei que ia chegar no ponto e encontrar um ônibus grande aguardando para sair a cada meia hora, no entanto, só vi trânsito pesado, causado pelos estacionamentos em fila dupla. Uma van com o mesmo destino veio de outra direção e entrou na rua principal, indo para longe de mim. Optei por esperar até meio-dia
e meia e ver o que aparecia. No horário que eu defini já havia muita gente na parads e o veiculo apareceu. A primeira parada importante foi no balneário famoso de Ksamil, mas eu fui até o fim da linha, na entrada do sítio arqueológico. Butrint foi fundada, segundo a lenda, por Helenus e Andrômaco, dois exilados de Troia no fim da guerr
a. O episódio é narrado por Virgílio na Eneida. As ruínas foram escavadas inicialmente pelos italianos na década de 1930 e posteriormente pelos albaneses em algumas expedições. Os principais períodos de ocupação representados pelas pilhas de pedras e algumas edificações parcialmente restauradas eram o helenístico, da época de Alexandre
, o Grande, o romano de Júlio César e do imperador Augusto, o byzantino e o veneziano. Segui uma trilha, que imitavs mais ou menos o contorno das muralhas, para conhecer, dentre outros, o Templo de Esculápio, indicando a vocação de cura do assentamento, a Grande Basílica e o Batistério do período bizantino e os vários trechos de mural
has e portões das diversas civilizações. No final, o Castelo Veneziano apresentava um pequeno panorama da história local. Havia um quiosque nos jardins vendendo alguns livros e o que me interessou era uma espécie de guia histórico. No entanto desisti porque o vendedor não aceitava cartão. Após a visita do museu, comecei a pensar que ta
lvez não fosse precisar de todos os leekes que ainda restavam e decidi levar a versão em inglês. A ideia inicial de retornar a pé para a cidade se mostrou inviável pela necessidade de quatro horas livres para percorrer os 17 km. A ociosidade da manhã fez falta, porém devo agradecer a intervenção da camareira por me tirar da letargia.