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| Luxemburgo / Diekirch - qua 22/jul/26 * 15,35 km * (61 fotos) | Mais fotos: | Álbum | Slide show | Vídeos |
Novamente troquei a refeição matinal por um tempo mais prolongado na cama. A viagem para transferência de base hoje seria de menos de uma hora, e imaginei que deixar o quarto às 11:30 h estaria de bom tamanho. No primeiro dia em Luxemburgo passei na sala de atendimento ao viajante da estação de trem para perguntar como poderia comprar a passagem, que não estava disponível nas bilheterias automáticas. Já sabia que o transporte público do país é gratuito, mas pensei que fo
sse necessário carregar algum tipo de papel ou reserva. Fiquei sabendo que basta entrar no trem e partir. Pelo que percebi nos monitores, a ligação com Diekirch acontece a cada trinta minutos e o registro no hotel de lá só começa às 14:00 h. Essa é uma parada em que vou passar um número de noites maior porque, segundo o roteiro que planejei, pretendo fazer vários passeios de um dia por cidades próximas. Algumas de trem ou ônibus e outras a pé. O clima continua no mesmo p
adrão de manhãs frias e céu parcialmente nublado, com ligeiro aquecimento após o almoço. E não há perspectiva de chuva nas planilhas das páginas metereológicas, que afirmam também que a temperatura volta a subir a partir de sexta-feira. Desci os dois andares, depositei o cartão-chave no pote de vidro apropriado sobre o balcão da recepção e caminhei os cinco minutos até o terminal. O transporte seguinte para o meu destino sairia às 11:53 h, mas ainda não havia chegado na
plataforma. Foi nesse momento que as nuvens se amontoaram mais e me fizeram pensar em colocar o casaco que estava na mochilona. Não deu tempo porque o comboio se aproximava e, após confirmar o destino com o funcionário, entrei no andar de baixo, sentando ao lado de uma janela para apreciar a paisagem durante o trajeto. Logo tive que trocar com a bagagem do assento vizinho porque a grelha do ar-condicionado ficava bem acima do meu braço. Depois de mudar de lugar com as mo
chilas, deu para suportar a refrigeração. Na chegada, após verificar os horários do transporte rodoviário, tive que recolocar o agasalho. A caminhada de um quilômetro até o novo alojamento não levou mais do que vinte minutos em passos lentos para observar o entorno. A cidade simpática criou uma impressão bem agradável, contudo, dá a sensação de não haver muita coisa para fazer por aqui. Como base de exploração da redondeza, no entanto, parece ser excelente. O recepcioni
sta, casado com uma portuguesa, me atendeu meia hora antes do horário oficial sem reclamar. O quarto é espaçoso e bonito, com uma bela vista das colinas em volta. Às 13:00 h saí para uma caminhada a pé até a cidade vizinha de Ettelbruck. Não sabia o que ia enfrentar, porém logo surgiu uma ciclovia que passava pelo Parque da Cidade e seguia paralela ao Rio Sûre. Havia descoberto pelo aplicativo de mapas que esse era o rio principal onde deságua o Rio Alzette, conhecido da
cidade de Luxemburgo. Pouco antes de presenciar o encontro das águas, uma bela ponte coberta de madeira cruzava para a outra margem, que dava acesso mais tranquilo à pequena cidade. Andei um pouco pelo centro e conferi os horários para um castelo que não tinha serviço direto de Diekirch. Teria que fazer uma conexão no dia em que fosse para lá. Pedi uma sugestão de itinerário alternativo para a volta para não repetir o mesmo caminho. No entanto, o computador me mandou an
dar por uma estrada sem acostamento, como nos meus piores sonhos. Tão logo encontrei uma passagem para a rota das bicicletas, saí do trânsito e retornei pela via conhecida. Para não ficar tão igual, atravessei o rio bem na altura de um canal desviado da corrente principal para formar uma curta pista de canoagem. A visita pretendida ao supermercado ficou a dever, já que o funcionamento é até as 18:00 h e também fecha para o almoço. Na realidade, era um mercadinho familiar.