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| Kotor - qui 21/mai/26 * 18,3 km * (29 fotos) | Mais fotos: | Álbum | Slide show | Vídeos |
O objetivo de mais um dia de céu limpo era caminhar por um trecho das margens da baía. A distância exagerada não permitiria completar o percurso de ida e volta por rotas diferentes e teria que retornar pelo mesmo caminho. A rede wifi não tem tido capacidade suficiente para transmitir os arquivos pesados, que ficam apenas armazenados no provedor como cópia de segurança. Os que compõem o calendário estão com a atualização em dia. Cheguei ao calçadão da baía às 10:00 h, mas ele só continuou até uma ponta em que ficava o Aquário. Depois era apenas uma marginal asfaltada. Estava uma v
entania incrível e fiquei em dúvida se poderia cumprir a tarefa do dia. O celular começou a reclamar de muitas tentativas erradas de entrada de senha, como na viagem da Escandinávia, travando novo acesso por alguns segundos. Enquanto continuasse por tempo curto não haveria problema. A segunda punição foi de dois minutos e deixou claro que ele não estava brincando. Tirei a proteção por senha e perdi a digital gravada. Precisaria verificar como ficaram os aplicativos dos bancos, que usavam o dedo. Só faria isso, no entanto, quando voltasse ao quarto com wifi. O vento amenizou um po
uco, talvez por ter entrado em algum recanto mais protegido da baía. No final da rua pavimentada iniciei uma caminhada de 200 metros para sentir as condições da rodovia. Nesse pequeno trecho havia um acostamento estreito e verifiquei no mapa que periodicamente era possível andar com um pouco de proteção. No entanto, dos sete quilômetros até Perast, mais de quatro não ofereciam alternativa. Suficiente para tornar toda a rota inviável. Sem senha o aparelho começou a abrir um monte de aplicativos e talvez a solução fosse carregar o telefone na mão. Ou numa braçadeira, se encontrasse
. Parei num quiosque de venda de passeios para perguntar sobre barcos grandes. A Maria ligou para um colega e informou que poderia me juntar a um grupo amanhã. Não fiquei muito convencido, mas ela me passou seu contato. Iniciei a volta para o centro ao meio-dia e atravessei o Portão Norte para completar a garrafa de água e verificar que o Museu Marítimo estava surpreendentemente aberto, apesar do feriado. A Independência é comemorada hoje, porém os festejos continuam até amanhã. Os supermercados estavam fechados, contudo todas as lojas dentro das muralhas funcionavam. Passei na r
odoviária para conferir os horários, pensando em substituir a caminhada e o passeio de lancha por transporte rodoviário. Continuei para a outra margem da baía. Com o acúmulo das nuvens e a ventania não andei nem dois quilômetros e resolvi voltar para as muralhas. Depois de um sanduíche, entrei no Museu Marítimo para entender um pouco da história de Kotor. Instalado no Palacete Gregorina, a instituição armazena grande quantidade de modelos e pinturas náuticas, medalhas e galardões, elementos e artefatos de navegação. Não fui atendido no quesito histórico. O único texto disponível
era esclarecimento do objeto relacionado. A loja já estava fechada e só abriria no dia seguinte. Ao passar na Praça de Armas os músicos estavam preparando o show da noite. De acordo com o quiosque de turismo, o programa ia iniciar com música clássica, seguido por uma cantora montenegrina e, às 22:30 h, uma banda local. Ela não falou nada de fogos de artifício. Tarde demais para mim, no entanto. Ao chegar no quarto, tentei entrar nos bancos e, como esperado, eles solicitaram a senha numérica. Agora que decidi carregar o teledone na mão sempre que possível, recadastrei a digital.