| 19/jul/26 | Calendário | 21/jul/26 |
| Luxemburgo - seg 20/jul/26 * 16,36 km * (85 fotos) | Mais fotos: | Álbum | Slide show | Vídeos |
A viagem de ontem, com a conexão inesperada, me deixou estressado, o que se refletiu no sono longo, até 9:00 h. Desci para o café sem grandes méritos num refeitório lotado. Na volta para o quarto aproveitei a preguiça antes de sair às 11:00 h. Por várias vezes durante a visita da manhã pensei em retornar ao quarto
para vestir as camadas extras. Apesar de o termômetro da farmácia indicar 22° C, a minha sensação era de -5° C. A localização da capital é espetacular, com os rios Pétrusse e Alzette correndo pelo vale cavado entre os penhascos, que separam a cidade Baixa da Alta. Sentar nos bancos dos mirantes quando o sol fraco ap
arecia era reconfortante, apesar do vento frio. Iniciei a visita no alto, entrando na Cidade Judiciária, um conjunto de cortes entre os dois rios abaixo. Na descida para a Cidade Baixa, chamada de Grund em luxemburguês, passei por uma torre de defesa com vários tipos de rosas plantadas nas floreiras ao longo das bor
das. Pena que a maior parte já estava seca. Pretendia caminhar pela marginal do Rio Pétrusse para me afastar do centro e voltar pelo outro lado. Contudo ela está passando por uma grande obra de requalificação e só deu para andar por um curto trecho. Segui as ruas para ver se encontrava o final do canteiro, mas parec
e que os trabalhos iam até a nascente. Tive que voltar. No penhasco ao lado do rio foram escavadas duas grutas contíguas no período pré-romano, adaptadas posteriormente para abrigar uma pequena capela dedicada a São Quirino, o patrono de Luxemburgo até 1666, quando foi substituido pelos atuais, São Willibrord e Noss
a Senhora Consoladora dos Aflitos. Estava observando um dos túneis escavados na Cidade Baixa quando um chinês se aproximou com um carrinho de transporte pedindo ajuda. Me levou para o quintal de uma residência e mostrou uma grande prateleira que queria levar para o primeiro andar. Não foi uma tarefa fácil contornar
as curvas da escada estreita com a tábua pesada. A comunicação foi mais através de gestos, já que o francês dele quase equivalia ao meu mandarim. Inicei uma rota paralela ao Rio Alzette pela qual passei pelo Museu de História Natural e pela Igreja barroca de São João Batista. Segui para uma das diversas fortalezas c
onstruídas no séc. XV para a proteção da cidade, da qual sobraram ruínas das muralhas e torres semicirculares e a torre quadrangular Jacob. Passando para a outra margem, subi as vias que levam à Cidade Alta voltando para o centro e o hotel. A tarde foi bastante ensolarada e após as 14:00 h o casaco foi para a mochila.