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Dubrovnik / Kotor - ter 19/mai/26 * 7,35 km * (35 fotos)Mais fotos:ÁlbumSlide showVídeos

Tentando entrar na Croácia - Dubrovnik-KotorLevantei às 8:00 h para sair do quarto em direção ao terminal rodoviário uma hora depois. O tempo prometia surpresas desagradáveis na parte da tarde, segundo as páginas metereológicas. A bagagem já estava preparada desde a noite anterior e foi necessário apenas fazer a conferência final. Deixei a chave na porta e iniciei a descida da escadaria pela última vez. Não deu para evitar o uso do casaco. Antes de entrar na rodoviária, passei no grande supermercado ao lado para comprar uma bureca (massa folhada, recheada com queijo, bem oleosa) e pasta de dente. Pelos testes no tradutor, croata, bósnio e sérvio são línguas muito semelhantes, se não completamente iguais. A usada em Montenegro é o montenegrino, que não consta do aplicativo, porém deve ser outra variante. Aparentemente eles usam os alfabetos latino Aguardando permissão de entrada - Dubrovnik-Kotore cirílico, que têm correspondência total. Na Sérvia, para onde não vou, apenas letras cirílicas. Inicialmente a fila era para colocar a bagagem no porão por € 2,00. Em seguida foi para entrar no ônibus lotado. Sentei logo no primeiro banco, sem tentar procurar um lugar no fundão, como prefiro. Não tinha lugar para todo mundo. Uma ficou no escamoteável ao lado do motorista, a outra sentou nos degraus do meu lado, com um cabelo fino e longo que teimava em roçar minha perna. Ao meio-dia teve início a fila na fronteira. Quando finalmente o ônibus começou a ser atendido, depois de 45 minutos, um por um teve que passar pelo guichê para mostar o passaporte, colocar os dedos na tela de digitais, olhar para a câmera e aguardar o transporte do outro lado da cabine, ao relento. Após a tempestade e uma hora e 20 miCastelo - Kotornutos o motorista foi liberado. Outros cinco minutos e teve início a fila montenegrina. Dessa vez ganhei um carimbo. Às 14:00 h foram encerrados os processos imigratórios. Antes da primeira fronteira, um passageiro japonês apareceu falando com o motorista mal educado, de inglês nulo, sobre o aeroporto. Aparentemente havia entrado na condução errada e desceu com a mala enorme para atravessar o bloqueio a pé. Desconheço o motivo. A longa rota contornando a Baía de Kotor era cercada por belíssimas montanhas e pontuada por pequenas cidades. Diversas nuvens bem carregadas cobriam o percurso e desaguavam com frequência, mas tudo melhorou nas proximidades do meu destino. O ônibus, no entanto, seguia para a última parada. Depois de pegar as mochilas fui para a bilheteria comprar a passagem para a próxima cidade,Montanhas fantásticas - Kotor mas o funcionário falou que só podia vender no dia. Iniciei a caminhada de pouco mais de dois quilômetros até o hotel e fui milagrosamente poupado de pingos, que esperaram até eu estar no quarto recebendo os esclarecimentos do proprietário. Ele também tinha dificuldade com a língua franca, porém logo chegou o adolescente vindo da escola que serviu como intérprete. A única forma de pagamento era dinheiro. Pelo menos ganhei algumas moedas de troco. O teste inicial da internet foi bem sucedido em todos os quesitos. Saí às 17:00 h para um rápido reconhecimento e fui até o shopping perto do centro, onde encontrei uma livraria misturada com loja de presentes e um bom supermercado. Acrecentei mais um livro à coleção O Pequeno Príncipe, numa edição de Belgrado na Sérvia. A vendedora me respondeu que bósnio, monLadeira para o hotel - Kotortenegrino e croata são a mesma coisa. Não perguntei sobre o sérvio, mas na comparação com as aquisições anteriores notei apenas pequenas variações. A cidade estava toda embandeirada para comemorar a Independência da nação. Segundo o proprietário, a efeméride vai fazer com que tudo feche nos dias 21 e 22. A aquisição do novo título foi uma antecipação de possível didiculdade futura. Também a compra de mantimentos foi reforçada para eventualidades. Na prova final, a transmissão dos arquivos se mostrou tremendamente lenta. Escrever sentado na cama está sendo bastante inconveniente por causa dos estalidos a cada movimento. Além disso, um barulho mais incômodo vem da geladeira, que sempre que liga o congelador, emite um ruído de ondas muito chato. É só por poucos segundos, porém deve ser assim a noite toda.