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| Cagliari - qui 19/jun/25 * 2,53 km * (2 fotos) | Mais fotos: | Álbum | Slide show | Vídeos |
O movimento do refeitório hoje era dos italianos, que tomavam todos os lugares e não paravam de se desejar bom dia. As garçonetes não tinham tempo de liberar as mesas para as novas levas de comensais, inclusive eu, que tive que compartilhar um lugar com os pratos sujos. Havia cogitado novamente de pegar o ônibus para Villasimius, uma cidade turística, dessa vez sem me aventurar pelas trilhas e penhascos. Mesmo assim, levantei após o cochilo matinal às 10:30 h com os ruídos de construção na vizinhança e sem vontade de enfrentar os cinquenta quilômetros de estrada. Terminei de fechar a porta e percebi que estava sem a chave. Aproveitei a camareira que ainda fazia limpeza do andar e pedi para ela abrir o quarto, quando perguntou se deveria fazer a arrumação. Confirmei e voltei à rodoviária para resolver as viagens seguintes, constatando nas máquinas que era possível adquirir todas as passagens de que precisava. Resolvi adiar até o fim da
jornada. Uma aviso colado nos acessos informava que sim, uma greve teria ocasião na sexta-feira, dia da minha transferência. O cartaz apresentava dois horários, no período da manhã e à tarde, quando os motoristas trabalhariam. Por meia hora minha ligação estava no intervalo vespertino e seria garantida, aparentemente. Na primeira leitura, sem atenção, previ justamente o contrário e teria que pegar o transporte do final da tarde, que me deixaria no escuro em Nuoro. Estava saindo para procurar uma livraria, mas acabei voltando e usando o cartão VTM para comprar de uma vez os bilhetes. Na pior das hipóteses seria um pouco de dinheiro jogado fora ou, por outro lado, tranquilidade adquirida. Apesar de as duas lojas de livros em que entrei na avenida beira-mar não terem me agradado muito, comprei alguns itens para ampliar a biblioteca. Havia pensado em visitar o Meseu Arqueológico, mas não tive coragem para mais nada e voltei para o hotel.