16/mai/26Calendário 18/mai/26


Dubrovnik - dom 17/mai/26 * 14,37 km * (68 fotos)Mais fotos:ÁlbumSlide showVídeos

Vista do estacionamento vizinho - DubrovnikAinda não entrei totalmente no ritmo da viagem e só acordei às 9:30 h. Saí meia hora mais tarde, acompanhado por uma bela manhã de céu totalmente limpo. O frio, no entanto, não permitiu deixar o casaco para trás. A primeira tarefa era ir à estação rodoviária para marcar o ônibus para Kotor, a primeira cidSanta Cruz - Dubrovnikade do Montenegro. Na descida pela escadaria reparei que a estimativa de ontem havia sido subestimada em 50 degraus. Ainda havia os 200 metros de rampa bem inclinada. Tinha dúvida se haveria barco para a ligação, o meu modo de transporte favorito, e ficou esclarecido que a única forma pública era o ônibusEscultura no porto - Dubrovnik. Comprei o bilhete para terça às 11:00 h. Como alerta, ficou a necessidade de aquisição antecipada, sempre que possível. Os veículos de hoje estavam esgotados. Voltei ao apartamento para trocar por roupas mais esportivas e mudei também para o saco diário, mais cômodo de carregar do que a mochilinha. Mas Torre Minceta - Dubrovnikcontinuei levando o abrigo, por via das dúvidas. Na subida da escadaria cruzei com o casal de ingleses, que iniciava seu dia. Saí definitivamente ao meio-dia. Numa caminhada sem pressa e cheia da paradas, cheguei no Portão Pile, a entrada principal da cidade velha dentro das muralhas. Pouco antes havia coPortão Pile - Dubrovnikmeçado a circular pelos belos jardins da sede da Orquestra Sinfônica, porém fui barrado por um segurança que estava trancando o portão. A maior parte do comércio no domingo fecha o dia todo, inclusive muitas lojas de lembranças e supermercados. Andei pela Stradun, a rua principal lotada, à procura das trêCatedral - Dubrovniks livrarias apontadas pelo mapa eletrônico. Nenhuma trabalhando. Passei pelas fachadas de vários palácios e entrei nas igrejas de Santo Inácio, São Blasius, o patrono da cidade e a Catedral. Do lado de fora das muralhas ficavam uns rochedos que serviam de solário. O sol foi quase totalmente encoberto por Catedral - Dubrovniknuvens e me obrigou a desempacotar o casaco, principalmente por causa do vento frio. Sentei no pedestal da estátua de Ivan Gundulic, poeta barroco do séc. XVII, para comer um calzone e fui atacado por um bando de pombas famintas. Dei mais algumas voltas pelo centro, entrei no porto turístico e fiz o retorSanto Inácio - Dubrovnikno para a saída pelo mesmo Portão Pile do início da tarde. Fiz um desvio equivocado no caminho pela cidade nova e tive que consertar com a ajuda do aplicativo de mapas. Ao contrário de Bari, quase todo motorista aqui para antes das faixas de pedestres. Parece que isso não se aplicava às motos, no entanto.