16/jun/26Calendário 18/jun/26


Durrës / Vlorë - qua 17/jun/26 * 17,66 km * (64 fotos)Mais fotos:ÁlbumSlide showVídeos

Despedida dos cantores - DurrësHoje era dia de testar a nova solução de transferência para evitar ter que fazer a conexão em Tirana. Andei os dois quilômetros para o terminal no centro, pelo qual passa o ônibus urbano frequente para o bairro de Plepat, de onde parte a van para Vlorë, duas horas para o sul. Saí às 9:00 h do quarto e larguei a chave na recepção. No ponto lotado cheguei a pensar em esperar pelo próximo mas, pensando melhor, resolvi me espremer com as duas mochilas. Foi melhor, no entanto, do que ter ido a pé. Em meia hora entrei no terminal de Plepat e segui para a vaga das vans para Vlorë, como havia plaPinguela no caminho para o hotel - Vlorënejado. Os motoristas reunidos perguntaram para onde eu ia e falaram que não havia transporte para o meu destino. Teria que trocar no meio do caminho para Berat, em Lushnja, porque a informação da placa era desatualizada. Estava usando o intermediário que falava inglês. A língua era um grande empecilho, porém os condutores simpáticos tentavam ser prestativos. Talvez tivesse sido mais indicado ter voltado para a capital, desde que o ônibus partisse do mesmo terminal, sobre o que não tinha certeza. Se fosse obrigado a sair da outra rodoviária, seria ainda mais complicado. A partida foi às 1Teatro Petro Marko - Vlorë0:45 h para um trajeto estimado em quarenta minutos. Aproveitei para atualizar o francês com duas amigas de Marselha, que também viajavam bastante. Às 11:35 h o motorisra me largou numa rotatória, dizendo que deveria aguardar dez minutos, que se transformaram em meia hora. O pior não era a espera, mas a incerteza. Tive que deixar a bagagem do lado de dentro, atrás do condutor, o que me deixou preocupado com a estabilidade nas curvas. Menos de cinco minutos depois aconteceu a parada do banheiro num posto, quando a mochilona passou para o bagageiro. Sentei do lado de uma albanesa que estudaAvni Rusteni (1895-1924) - Vlorëva em Tirana e estava voltando para casa. Coincidentemente morava bem perto do hotel que reservei na praia. Novamente, os veiculos usavam a beira da avenida para desembarcar os passgeiros. Não vi rodoviária por perto, apesar de haver uma sinalizada no mapa. O alojamento ficava a quatro quilômetros e iniciei o percurso respeitando a rota definida pelo aplicativo. No entanto, a partir da metade do caminho, ele me direcionou para umas ruas sem pavimento, esburacadas e cercadas por mato. Tomei a iniciativa e comecei a desconsiderar as recomendações para andar por vias mais civilizadas. Perto Mesquita Muradie - Vlorëde um belo bosque de pinheiros que separa a avenida da faixa de areia encontrei o Hotel Ritson, que se autodenomina Butique. Realmente é pequeno e bonito, talvez muito chique para o meu gosto. O Sulce copiou meu passaporte e recebu o pagamebto do cartão de débito. Apesar do local elegante, a internet não permitiu a transmissão dos arquivos para a nuvem. Voltei para falar com o dono e funcionou quando ele compartilhou o wifi dele. Quando chegar a hora do acesso, no inicio da noite, vou tentar pedir novamente, já que ele deixou essa possibilidade. Saí às 15:30 h para ver até onde conseguia Monumento da Independência - Vlorëir. Andei por toda a avenida paralela ao mar, porém afastada da água o suficiente para não saber que ela existia. Outra via com uma grade calçada de cada lado seguia até a Praça da Independência no centro. Passei tambem por um teatro de onde saía um desvio para a subida do mirante. Encarei os 250 degraus e as rampas inclinadas até o topo. De lá as paisagens davam uma ideia diferente da cidade que, a princípio, imaginei pequena. Além de espalhada, ela tem muitos prédios e é cercada de montanhas. Voltei pelo mesmo caminho para preparar os arquivos no quarto e não ocupar muito tempo do Sulce.