| 15/jun/26 | Calendário | 17/jun/26 |
| Durrës - ter 16/jun/26 * 9,44 km * (59 fotos) | Mais fotos: | Álbum | Slide show | Vídeos |
Foi difícil, mas consegui sair do hotel às 10:00 h para andar um pouco pela cidade. A ligação marítima com o sul da Itália faz sua língua ser percebida pelas ruas e falada no alojamento e no comércio. Em italiano, a cidade é nomeada Durazzo. Inicialmente fui conhecer a praia sofrível em frente ao hotel
e caminhei os poucos metros até a Esfinge, uma construção escalonada de concreto, com contornos lembrando a figura mitológica do Egito, que serve como mirante e ponto de encontro. Depois de atravessar a ponte suspensa que liga um restaurante ao calçadão, fiz o desvio para passar pelas ruínas do castelo
e do anfiteatro. Da fortaleza tudo que sobrou foram as defesas externas e algumas torres, a mais importante sendo a veneziana, de plano arredondado. O terremoto de 2019 ajudou a deteriorar as condições dos momumentos e a Suécia e os E.U.A. se juntaram aos esforços de restauração das muralhas. Ao longo d
o passeio vi vários memoriais na forma de estátuas dos heróis que lutaram contra a invasão facista em 1939, entre outros conflitos. Estava na dúvida se deveria atravessar a bilheteria do Anfiteatro Romano. Fiquei feliz de ter gastado os € 2,00. O valor original era € 3,00, mas quando perguntei sobre ing
resso de velho e a vendedora falou que era só para albaneses, parece que ficou com pena e me deu um desconto. A construção é do séc II, na epóca do Imperador Trajano ou Adriano, segundo a discordância dos pesquisadores. A estrutura foi redescoberta pelo historiador Matei Barleti no séc. XV e esteve ente
rrada até 1966, quando foi escavada pelo arqueologista local Vangjel Toçi. O crescente culto católico já era patrocinado pelos governantes e no séc IX foi construída uma capela com mosaicos no vomitório, corredor pelo qual entravam os visitantes e gladiadores, agentes dos espetáculos mais concorridos. N
a sequência entrei na grande Mesquita de Durrës, onde tinha início a chamada do muezim para a reza. A parada seguinte foi no Forum Bizantino, praça circular do séc.VI que servia de mercado. Como estava perto do terminal rodoviário, fui pedir informação para um dos motoristas sobre a parada do ônibus ur
bano que vai para o outro terminal, no bairro de Plepat. Ele apontou o local e fiquei aguardando a passagem do coletivo para me assegurar. Satisfeito com a frequência e menos com a lotação, iniciei o retorno para o hotel. Cheguei bem mais cedo do que o habitual e decidi aproveitar um pouco da varanda.