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| Tirana / Durrës - seg 15/jun/26 * 23,94 km * (54 fotos) | Mais fotos: | Álbum | Slide show | Vídeos |
Dia de carregar mochila. Ontem à noite tive um pouco de dificuldade para acomodar a biblioteca, mas acho que tem lugar para mais algumas edições. Voltei da refeição às 8:30 h e saí uma hora depois para a mesma caminhada de cinco quilômetros do dia anterior até o terminal norte. Com a curta viagem até o litoral, depois de duas semanas sem ver água salgada, não adiantava sair muito cedo. O percurso até Durrës deveria levar apenas quarenta minutos e, segundo a pesquisa no local ontem, haveria uma conexão a cada meia hora. Cheguei com vinte minutos de antecedência, desviando do monte de sem noção estacionado com todo tipo de veículo nas calçadas. Parece ser uma norma 100% obedecida que toda edificaç
ão em Tirana deve ter a fachada ativa. A totalidade dos andares térreos e muitas vezes o porão com saída para a rua são tomados por lojas e comércio de todo tipo, especialmente alimentação e capa de celular. Se não me engano, a primeira cidade da Albânia, Shkodër em que estive quinze diaa atrás, também era assim. Talvez se repita em todo o país. O motorista saiu com lotação praricamente completa pontualmente às 11:00 h. Com poucas paradas na saida do terminal, a mochilinha quase perdeu o lugar. O trânsito atrasou a chegada em vinte minutos e o condutor entrou na rodoviária ao meio-dia. Fiz perguntas sobre o novo trecho necessário para daqui a dois dias e tanto o motorista como um taxista dissera
m que teria que voltar para Tirana. Depois de muita conversa e troca de sinais, fiquei sabendo que o melhor seria ir até o outro terminal de Durrës, onde parava o transporte que vinha da capital. Não quis polemizar, mas o aplicativo de transporte mostra uma ligação diária às 10:45 h. Segundo o mapa, o trajeto até o hotel era de dois quilômetros e meio. Em quarenta minutos estava apresentando o passaporte para a Arlinda, que me colocou no quinto andar. O quarto era grande, com duas varandas com vista do mar e da montanha, e boa internet. Tinha até praia particular atravessando o calçadão. Saí às 14:00 h para caminhar ao longo do mar até a nova parada do ônibus e verificar o funcionamento da conex
ão inesperada. Com a visita, percebi que de lá saiam ônibus ou vans para Vlora, a próxima base. Acontece que é bastante longe para ir carregando a biblioteca nas costas sob o sol forte. Reparei num ônibus municipal que deve ser a salvação. O percurso de oito quilômetros seguiu o trajeto do calçadão acompanhado de um lado por uma parede de prédios residenciais e hotéis e do outro por uma floresta de guarda-sóis e espreguiçadeiras que quase faziam a areia passar despercebida. No final da rota de pedestres uma área cercada por grade era de uso esclusivo das forças armadas e obrigava o desvio pelas ruas internas para alcançar o terminal alternativo. O retorno foi a mesma coisa no sentido contrário.