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Roterdã - sáb 15/ago/26 * 9,11 km * (32 fotos)Mais fotos:ÁlbumSlide showVídeos

Feira de sábado - RoterdãAcordei às 8:30 h com a chuva já esperada pela metereologia e não subi para o café da manhã. Pretendia caminhar até a cidade próxima de Delft, porém isso dependeria do comportamento das nuvens até o horário programado de saída. Não tive coragem de deixar Roterdã com tempo incerto. Saí ao meio-dia para andar pela cidade. A primeira atividade foi levar as três garrafas vazias de Coca-Cola ao supermercado para recuperar o valor pago pelos cascReconstrução do portão de Delft - Roterdãos. Não encontrei mais a loja que fotografava a íris. Deve ter sido uma iniciativa PopUp, o formato de loja que aparece em um lugar por pouco tempo e depois muda de endereço ou some. Como a livraria do TikTok há dois anos no Conjunto Nacional, que distribuia títulos grátis. Fui até a estação de trem Blaak para ver alguns horários e atravessei a grande feira que acontecia na esplanada. Havia chegado a hora de tomar alguma providência quanto Centro - Roterdãà bermuda rasgada e passei uma hora na Decathlon renovando o guarda-roupa. Após algumas voltas pelo centro, entrei no Instituto Nieuwe para apreciar o Museu de Arquitetura e Artes Digitais usando o cartão de museus. Acho que o público deve ser bem específico e eu não estava acompanhado por muita gente. Os holandeses são obcecados por espelhos e diversas vezes me deparei comigo mesmo. Vi várias exposições malucas. Na máquina Mais do que HumaSylvette - Roterdãnos, fui sorteado com a carta do meu amigo Pomba Urbana. Colocando o cartão na frente dos monitores, recebia uma mensagem da Pomba, sugerindo algumas tarefas, como olhar de longe quando as coisas não estivessem tão bem, como fazem as pombas quando se sentem ameaçadas. Ou montar pratos especiais para pessoas queridas, já que elas são muito ligadas aos parentes. Como não conhecem fronteiras, pedem para criar bandeiras de harmonia. No final inBiblioteca - Roterdãcentivam passar um tempo sem fazer nada. Muito louco. Ainda havia outras exposições, porém saí correndo porque queria ver o quadro de Pieter Bruegel, a Torre de Babel, que descobri estar armazenada no maravilhoso Depot Boijmans. Contudo, tive que voltar porque esqueci de retirar a mochila do local em que ficou guardada enquanto eu conversava com a minha Pomba. Na entrada tive que cadastrar uma senha num cadeado eletrônico, mas precisei pediBonde histórico - Roterdãr ajuda porque não lembrava do número do armário. Atravessei novamente a rua e perguntei para a recepcionista onde ficava a pintura que me interessava e ela falou que não estava em exibição. Tive que me contentar com algumas das outras obras à mostra. Pelo mesmo motivo da vez anterior precisei sair rápido, porque o casaco novo estava na mochila nova no armário vermelho transparente. O novo agasalho tomou a primeira chuva na volta para o hotel.