09/jun/26Calendário 11/jun/26


Skopje / Ohrid - qua 10/jun/26 * 10,42 km * (58 fotos)Mais fotos:ÁlbumSlide showVídeos

Despedida - SkopjeUm barulho chato de água corrente embalou as duas noites no hotel. Não chegou a atrapalhar o sono, mas dava impressão de chuva constante, além de grande desperdício. O clima, ao contrário, esteve totalmente seco e ensolarado por toda a estadia. Com bastante antecedência, saí do quarto às 7:45 h para caminhar o quilômetro e meio até a estação. Quase na chegada fiz um curto desvio para verificar a última livraria da cidade, que estava fechada. Pena, porque a fachada protegida com porta de aço e o letreiro pareciam promissores. Na rodoviária tentei passar para a plataforma, mas o segurança falou que eu precisava me apresentar na bilheteria. Descobri que passagens adquiridas pela internet devem pagar a taxa do terminal no valor de 30 dinares, € 0,50 segundo a página do VTM, que podia ser debitada no cartão. Com o acesso liberado, fui orientado a seguir para a baia 2 e aguardar a van. Estava esperando um ônibus regular, mas talvez a procura não seja tão absurda. Tinha reparado na grande quantidade de lojas identificadas como Notar. Segundo minha tradução livre para cartório ou tabelião, deu para formar uma ideia da burocracia do país. O motorista desconfiado procedeu a uma miCaminho para o hotel - Ohridnuciosa análise do bilhete no celular e ficou com o papel emitido no balcão. Fui o primeiro a largar a bagagem no profundo porta-malas e usei o wifi da estação para confirmar o valor da taxa debitada. Antes de partir, o condutor passou com uma lista na prancheta, onde todos presentes foram solicitados a escrever o nome. A procura não foi muito baixa. Na partida havia apenas cinco assentos vagos. Como ele não pegou ninguém no caminho, pude manter a poltrona ao lado para a mochilinha. Mas teve uma parada em Tetovo e entrou muita gente. Troquei meu lugar com um casal alemão, mudando para a fileira do outro lado, sem vizinhos, numa cadeira meio apertada, atravancada pelo mecanismo de abertura da porta. A mochilinha foi para o chão. A parada do banheiro no topo da serra, a 1.300 metros de altitude foi de quinze minutos e teve como pano de fundo uma nuvem escura acompanhada de raios e trovões. Com um atraso de meia hora por causa das obras de construção da estrada, o motorista largou todo mundo no meio de uma avenida. O percurso que o mapa definiu para alcançar o hotel durou apenas dez minutos, no entanto, incluía uma forte subida, já que a acomodação fica no alto. Apesar da reMesquita Haji Durgut, 1466 - Ohridserva apontar o contrário, o Ivan apenas aceitou dinheiro vivo mas, pelo menos podia ser em euros. Aproveitei para fazer perguntas para o xará, entre elas a localização de livrarias e a possibilidade de pegar o ônibus num terminal decente. A rodoviária oficial fica um pouco mais longe, mas de lá o transporte para Tirana, capital da Albânia daqui a dois dias, pode sair com veículos grandes. As vans locais também fazem a ligação, porém a amostra de hoje me fez preferir algo mais convencional. Perguntei por perguntar. Com o mapa eletrônico dá para descobrir tudo. Saí às 14:30 h com a primeira tarefa de caminhar para a rodoviária. Estava contando o tempo para tentar evitar desperdiçar o café da manhã da segunda diária, que só começa a ser servido às 9:00 h. Havia visto pelo site os horários de 8:00 h e 10:15 h, mas na bilheteria fui informado que era 8:00, 9:00 ou 14:00 h. Com o das 9:00 h perderia a refeição, razão pela qual decidi comprar o das 14:00 h. Pensando direito depois, achei que ia chegar muito tarde no hotel de Tirana, lembrando que o terminal de lá é extremamente distante. Voltei ao balcão para ver se dava para trocar pelo anterior e ela falou que era € 0,50 maiSão Clemente de Ohrid - Ohrids caro. Como se isso fizesse diferença! Pesquisando novamente ela encontrou o das 10:15 h, pelo mesmo valor que havia pagado no VTM. Era o ideal. Não cedo demais, deixando tempo suficiente para a refeição matinal e chegando no começo da tarde para enfrentar o longo percurso a pé. Deixei a estação de ônibus satisfeito e voltei para o centro, para ver porque era famoso. A grande atração da cidade é o imenso Lago Ohrid, que define a fronteira com a Albânia. Além disso, percebi na chegada que tem um castelo no morro. Apenas andei pelo centro em torno da praça e do embarcadeiro dos passeios de barco e retornei para o quarto enfrentando a subida inevitável. Visitei as duas livrarias da cidade, que são pouco maiores que quiosques. Os livros que encontrei para a coleção eram os mesmos que já havia comprado, editados somente como material escolar, com qualidade apenas suficiente. Nada de edições luxuosas ou mesmo de capa dura. Percebi pelo sentimento e confirmei com o aplicativo de velocidade que a rede é mais rapida do que normalmente tenho encontrado. Aproveitei para transmitir os arquivos mais pesados que estavam acumulados. Foi só uma tentativa, sem sucesso. Continuo acumulando.