| 05/jun/26 | Calendário | 07/jun/26 |
| Prizren - sáb 06/jun/26 * 12,8 km * (42 fotos) | Mais fotos: | Álbum | Slide show | Vídeos |
O celular passou toda a madrugada trabalhando na transmissão dos arquivos de vídeo, normalmente mais pesados. Só que dessa vez a internet do hotel extrapolou as expectativas, terminando o serviço apenas às 9:30 h da manhã. Para operações corriqueiras a rede é bastante satisfatória porém, para enviar os arquivos para o provedor na nuvem, a taxa de conexão foi extremamente baixa. Acordei sem saber o qu
e fazer hoje, já que todas as atrações de destaque, como o Forte, a Mesquita e a Ponte de Pedra já haviam sido visitadas no primeiro dia na cidade. Também não estava com vontade de passar mais um dia inteiro no quarto. Saí às 10:30 h para ver se tinha alguma inspiração de passeio. Passei por uma rua inteira com lojas de trajes de festa e joalheria à procura de uma livraria. Consegui indicação de uma,
mas mudei de ideia. Voltei para a praça principal, onde estão a Mesquita e a Ponte de Pedra e fui reparando como todas as estátuas conemorando figuras históricas relevantes estão armadas, denotando um passado conflituoso. Entrei no Museu da Liga Albanesa, que apenas reune pinturas, documentos e objetos da vida diária, mas não contém nenhuma explicação, nem mesmo em albanês. Parece que esta foi a ins
tituição, criada em 1878, que reunia a resistência contra os sérvios. No mapa de trilhas na frente do museu reparei num caminho que circunda o Morro do Forte ao longo do belo Rio Lumbardh. Uma vez mais meus passos assustaram uma cobra grandinha, porém ela não tinha muita opção além de sepentear ao longo do muro até achar uma fenda. Sem muita pretensão, fui seguindo a marginal até atingir um desvio pa
ra dentro do bosque. Uma calçada bem pavimentada permitia a chegada ao início da subida do morro. Não estava certo de querer completar a empreitada, mas o percurso agradável e a falta de outra atividade me levaram a encarar o exercício novamente. A rota larga e coberta por pedriscos era bem mais amistosa do que as ruas que subiam diretamente do centro velho. Sendo mais longa, não apresentava inclinaç
ões muito fortes ou abruptas. Em menos de uma hora estava entrando pelos fundos do Forte. Depois de me fartar com as vistas esplendorosas, resolvi retornar pelo mesmo caminho em vez de enfrentar as pedras escorregadias da descida normal e mais curta. Após mais algumas voltas pelo pequeno centro histórico, entrei no quarto às 16:00 h para preparar a viagem de amanhã para Skopje, na Macedônia do Norte.