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| St. Martin - sáb 04/mar/17 (66 fotos) | Mais fotos: | Álbum | Slide show | Vídeos |
A preguiça e as nuvens me mantiveram na cama até um pouco mais tarde. Às 9:00 h consegui sair para expandir o passeio de ontem. O primeiro morro foi o mesmo só que em vez de entrar no desvio para a Praia do Frade continuei pela estrada para enfrentar a segunda colina. As duas subidas eram razoavelmente longas e cansativas mas não tinha jeito de evitá-las. Em meia hora ter
minei a primeira etapa de montanhas e pude caminhar pelo plano até a Enseada de Grand Case, orlada por uma extensa faixa de areia. Atravessei a vila e continuei o percurso para a Praia Pequena, a última deste trecho de litoral. Fiz então um desvio para o interior, passando pelo pequeno aeroporto de Grand Case e entrando na estrada que ia em direção à Enseada Marcel. O mapa
eletrônico indicava algumas trilhas pelas montanhas mas eu preferi me manter na segurança do asfalto. A ladeira que precisava ser vencida era bem mais puxada que as anteriores porém o panorama que se observava do caminho era magnífico. Ao chegar ao topo e admirar de cima a baía, decidi que não valia a pena descer para o outro lado apenas para ver o mar e a praia de perto,
especialmente com boa parte do espaço sendo tomado por um enorme hotel de rede famosa. Retornei para a baixada e desviei para outra angra cheia de barcos e de onde era possível fazer uma pequena travessia marítima para a Ilha Pinel que compõe, junto com as águas ao redor e algumas outras formações insulares, uma grande reserva natural. Já estava andando havia bastante tem
po mas tomei coragem para ir um pouco além e conhecer o início da Baía do Oriente, em que se encontra a praia mais famosa do setor francês. Como ela era muito extensa e ainda havia outras atrações para a frente, resolvi começar a volta e fazer essa parte da visita nos próximos dias. Refiz basicamente o mesmo percurso da ida, somente trocando um lado da pista do aeroporto d
e Grand Case pelo outro. Tentei evitar um dos morros, torcendo sem muita esperança para que uma das rotas indicadas pelo mapa para as proximidades da Baía Feliz, em que estive ontem, pudesse me ajudar. Contudo, logo de cara, um portão barrava a passagem, mostrando que a via conduzia apenas para propriedades particulares. Na subida pela rodovia fui surpreendido pela chuva r
epentina, sem possibilidade de encontrar refúgio. As poucas moradias da região não apresentavam abrigos externos, além de serem cercadas por grades ou muros. Avistei ao longe uma parada de ônibus que seria uma boa proteção todavia, ao chegar lá, a nuvem já havia passado e despejado tudo o que tinha que despejar. Molhou bastante mas secou rápido, da mesma forma que molhou.