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| Bruxelas / Lisboa / São Paulo - qua 02/set/26 * 5,62 km * (35 fotos) | Mais fotos: | Álbum | Slide show | Vídeos |
Foi difícil me ajeitar durante a noite no saguão gelado com cadeira horrível. Às 4:00 h passei pelo novo sistema de segurança da União Europeia, onde a máquina não aceitou o cartão do cidadão português, só funcionando com o passaporte. No raio-x, a mochilinha e a sacola de livros seguiram normalmente, a grande, contudo, foi desviada para inspeção manual. O segurança não estava muito empolgado e foi chamado para aplicar um teste na água de um cachorro. Na minha vez, apenas pediu para abrir o zíper e levantar a tampa, passou as mãos pelos cantos, e me mandou embora. Atravessei a área das lojas e quase comprei chocolate belga. Mas era muito caro e a bagagem não tinha espaço para mais nada. Nem para livro!. A sala VIP estava fechada, o que
me fez aguardar numa sala de espera, entre cochilos, por três horas. Quando subi para o café da manhã, fui surpreendido pela reação da atendente que, ao ver me cartão de embarque, falou que eu estava no terminal incorreto. Não entendi direito o que aconteceu depois, mas entrei num corredor para o outro espaço e dei de cara com duas cabines com guardas de imigração. O que me atendeu não tinha boas feições e falou que eu estava no caminho errado, apesar de também levar ao ponto que procurava. Disse, em estado de desaprovação e insatisfação, que eu devia ler as informações e me deixou passar, após consultar o cartão de identificação e o de embarque. Fui direto para a sala VIP correta, porém não estava respeitando o horário máximo de três h
oras antes do embarque. Tive que aguardar mais duas horas para acessar a sala novamente. A refeição era até mais completa do que as melhores que experimentei nos hotéis. Pudera, por € 44,00... Ainda faltavam duas horas para o portão surgir nos monitores e deu tempo de comer tranquilamente. Pretendia utilizar os dois novos acessos disponibilizados pelo Itaú, todavia as regras estritas com os horários das salas não permitiam tal extravagância. Não vou ter oportunidade de usar o resto antes de eles serem cancelados automaticamente no final do ano como dispõe a política de uso das cortesias. Mas ainda poderia utilizar a de Lisboa na hora do almoço, que não depende da generosidade do banco, já que é consequência do plano de milhas que sempre
compro em fevereiro. O capitão do Airbus A320 neo começou o taxiamento dez minutos depois do marcado. As comissárias precisaram aumentar a voz durante as instruções de segurança em razão do tumulto no fundo, realizado por amigas em férias. Também as vizinhas mãe e filha idosa não pararam de falar em tom meio exaltado, como as jovens da fileira da frente, que sossegaram após a decolagem, para recomeçar depois do cochilo. A vista de cima não estava muito mais clara que a de baixo, com a quantidade de nuvens na primeira parte das quase três horas do percurso, causando alguma turbulência leve no início. Mas deu para reconhecer algumas regiões da França perto de Bordeaux e do Rio Loire e menos do norte desconhecido da Espanha com a ajuda do
mapa eletrônico. O pouso das 14:00 h foi tranquilo, com temperatura de 26°C. O estacionamento foi longe das pontes de embarque, como o normal. Estou mais esperto em evitar a passagem direta para a área de transferência de voo, que impede o uso da sala VIP. As duas horas em terra talvez permitam a subida para o mezanino. Seu para subir e concluir que o café da manhã é bem melhor que o almoço. O prato de peru estava no final e só tinha batata. O futilidade com molho de manjericão e os salgados foram melhor pedida. Os doces da sobremesa, no entanto,, enchiam os olhos e a barriga. Nesse horário os visitantes eram muitos e isso se revezava na velocidade da internet, que costuma ser eficiente.
Com quase 48 horas sentado, fiquei meio quadrado.