| 28/fev/17 | Calendário | 02/mar/17 |
| Marigot, St. Martin - qua 01/mar/17 (68 fotos) | Mais fotos: | Álbum | Slide show | Vídeos |
O forte vento da madrugada insistia em gerar um irritante barulho da porta se chocando contra o batente. Quando resolvi tomar uma providência, por volta das 5:00 h, tive grande sucesso em amortecer o ruído com uma toalha inserida no vão. Contudo a mente não descansava, atarefada com a ansiedade do deslocamento marítimo próximo e da inesperada falha no programa das fotos. Consegui cair novamente no sono para acordar definitivamente às 6:15 h e iniciar a arrumação dos últimos detalhes. Mais tranquilo com o cla
rear do dia indicando um céu ensolarado, voltei a deitar por mais uma hora, sem reconhecer a necessidade de tanta pressa. Apreensivo com as constantes mudanças de ventos e condições metereológicas decidi antecipar para as 7:00 h a descida da colina do hotel pela última vez. Mas não deu tempo. Uma forte ventania trouxe uma nuvem que despejou grande quantidade de água no minuto em que estava pronto para destrancar a porta. Tive que aguardar quinze minutos. A caminhada até o porto foi tranquila e ensolarada e c
heguei depois de uma hora. Os passageiros de um grande navio de cruzeiro começavam a desmbarcar na cidade sendo trazidos por pequenos barcos de traslado e dirigidos às diversas peruas que aguardavam para o passeio padronizado. Quase a totalidade dos visitantes já passava bastante da minha idade. O aglomerado de gente para fazer a travessia junto comigo estava ficando muito exagerado. Foi então que percebi que a maior parte das pessoas ia pegar outro barco, bem maior. Quando chegou a minha vez de embarcar fui
acompanhado por menos de duas dezenas de viajantes e pude aproveitar o forte sol no andar de cima da barca pelos 40 minutos da navegação. Cheguei a pensar em procurar um ônibus para ir até Marigot, a capital do lado francês, que fica a dez quilômetros da estação marítima de Philipsburg, local da chegada. Mas foi apenas um rápido lapso de preguiça. A caminhada levou pouco mais de duas horas, mais do que eu imaginava. O mapa eletrônico indicava um atalho porém, com a aproximação do desvio, ficou bastante clar
o que aquela subida seria substituída pelo trecho bem mais longo, contudo muito menos inclinado, que dava a volta nos morros. O percurso passava por perto do aeroporto, depois de atravessar as montanhas e voltar para o nível do mar. Quando cheguei no hotel pude constatar que o aviso da reserva de que o registro só poderia ser feito após as 14:00 h era para valer e tive que aguardar 10 minutos até o Daniel voltar do almoço. Estava ansioso para experimentar a internet e ela não decepcionou. No curto teste que
fiz antes de sair deu inclusive para a resolver o problema com as fotos. Foi até mais simples do que eu estava pensando. Mas, realmente, só poderia descobrir o problema numa rede com acesso adequado. Teria sido impensável fazer as poucas alterações com a péssima ligação disponível em St. Bart. Desci às 16:00 h para me localizar e procurar um supermercado. Apenas encontrei mercadinhos acanhados e sem os itens que procurava. A compra maior ficaria para o dia seguinte, quando passaria numa loja mais adequada.