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Sorrento - 06/ago/17 (49 fotos)Mais fotos:ÁlbumSlide show

Praias no penhasco - SorrentoSem muita inspiração levantei às 8:00 h com um esboço de ideia de pegar o trem para Sorrento, na outra extremidade da baía napolitana. Não pretendia fazer nada muito sofisticado, somente encontrar algumas pedras sobre as quais aproveitar o sol generoso. Existia uma praia formada apenas por rochedos na ponta da península mas não tinha muita esperança por se tratar de espaço bastante reduzido e muito concorrido. Comprei uma passagem na estação da companhia particular vizinha da empresa estatal italiana. A linha seguia paralela ao litoral, circulando aCampanário da matriz - Sorrento base do Monte Vesúvio e era a a principal forma para atingir independentemente as cidades soterradas de Pompeia e Ercolano. Já havia abandonado a intenção inicial de visitar a cratera, que exigiria uma longa viagem de ônibus para subir a montanha, além de muita caminhada. Apesar de ainda não ter feito esse passeio, não estava com vontade de passar frio a 1.000 metros de altitude, mesmo que isso parecesse absurdo com a onda de calor que atingia o país. O interesse por rever as escavações também estava perdendo a força em favor da preguiça. Sem muitaArte pública - Sorrento cerimônia o funcionário que atendia o guichê que eu havia escolhido para comprar o bilhete simplesmente pendurou uma placa de chiuso na janela e só restou aos demais na fila se dirigirem abismados ou revoltados para outro balcão. O trem das 8:41 h estava atrasado, o que permitiu que eu me juntasse à multidão que aguardava na plataforma e começasse a viagem em 10 minutos. Apesar da quantidade de gente deixei o empurra-empurra para trás e fui para o último vagão, onde encontrei lugar para sentar sem problema. Metade da lotação desceu nas zonas arqueoCaminho para a praia Regina Giovanna - Sorrentológicas na metade do caminho e eu continuei mais 40 minutos até chegar o fim da linha. Saí da estação de trem de Sorrento às 10:00 h e iniciei um breve passeio pela bela cidade construída sobre os penhascos. Fiquei apenas o tempo suficiente para apreciar o litoral a partir do mirante da Villa Comunale e comecei o trajeto pela avenida principal que se transformava na rodovia para a Costa Amalfitana. O trecho que deveria percorrer era de pouco mais de três quilômetros e na primeira metade pude usar a estreita calçada. A partir dali a via movimentada aCalçada para a praia Regina Giovanna - Sorrentodquiria a condição de estrada movimentada sem acostamento e precisei dividir o asfalto com carros e ônibus. Por poucos minutos, no entanto. Logo apareceu o desvio para a rota de pedestres que descia o penhasco em direção aos rochedos que formavam a praia de Regina Giovanna. Além dos vestígios de uma villa romana a região tinha o privilégio de contar com uma maravilhosa piscina natural de águas verdes e ligada ao mar por um túnel sob um arco de pedra. Meu foco, contudo, ficava um pouco à frente, após as ruínas abandonadas. Tive que juntar um pouco deTurismo com esforço - Sorrento coragem para pular das paredes em pedaços para as rochas que serviam de praia. Não foi um teste muito desafiador mas eu precisei me arrastar para baixo sentando nos muros e apoiando as mãos como segurança. O espaço não era tão pequeno quanto imaginava e também não estava muito cheio. Lembrava de ter vindo a este cabo em viagem anterior, mas a recordação não correspondia ao que estava contemplando. À noite no quarto verifiquei que a parte desta praia em que estive há seis anos ficava além da curva e não havia chegado naquela oportunidade até o pontoPiscina natural - Sorrento em que me encontrava agora. Este foi o motivo de eu ter duvidado pela manhã da possibilidade de desfrutar do lugar. Da vez anterior o outro lado estava, efetivamente, muito mais concorrido. Passei quatro horas comendo as uvas e ameixas que comprei num bom supermercado do caminho e observando o pesado tráfego de barcos durante toda a tarde. Não sobrou tempo para andar um pouco mais pelo centro de Sorrento mas entrei novamente no mercado. Foi muito mais prático me abastecer e entrar carregado no trem do que ficar à cata de uma loja adequada em Nápoles.